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Tutorial Moodle
sexta-feira, 9 de março de 2012
Estudos avançados
A maior parte dos artigos pode ser obtida no moodle da disciplina, aqui.
WALKER, Ranginui. Identidade e antropologia Maori na Nova Zelândia. Mana, Rio de Janeiro, v. 3, n. 1, Apr. 1997 . Claudineia e Rositalita
BOLLA, E.D., GOLDENBERG, P. Clareamento gengival: ensino e etnocentrismo. Ciência & Saúde Col., v. 15, Supl. 1, p. 1783-93, 2010. Erlane e Hully
CABRAL, Etenildo Dantas; CALDA JUNIOR, Arnaldo de Franca. Influência da raça do paciente na decisão dos dentistas em extrair ou conservar um dente extensamente cariado. Odontologia e Sociedade, São Paulo, v. 6, n. , p.30-35, 2002.
DUARTE, L.F. A Antropologia Médica Pede Passagem. Rev. Colóquio, n. 13, 1998.
PAULICS, V. Programa Soro, Raízes e Rezas. Disponível em: http://2009.campinas.sp.gov.br/saude/unidades/fitoterapia/fito4/dicas211.pdf Acesso: 02 de março de 2010. Edinaide e Juliana
PINHO, C.B., DIAS, H.S., CARVALHO, A.C.R., GARRIDO, S.B. Representação Social da Odontologia: a contribuição da produção cinematográfica para a perpetuação de um estereótipo negativo. Rev.Odontol. UNESP, v. 37, n. 3, p. 275-81, 2008. Jaqueline e Filênia
ABREU, Mauro Henrique Nogueira Guimarães de; PORDEUS, Isabela Almeida; MODENA, Celina Maria. Representações sociais de saúde bucal entre mães no meio rural de Itaúna (MG), 2002. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p.245-259, 2005. Ueslej e Camila
AZIZE, Rogério Lopes. Saúde e estilo de vida: divulgação e consumo de medicamentos em classes médias urbanas. In: LEITÃO, Débora Krische et al. (orgs.) Antropologia & Consumo. Diálogos entre Brasil e Argentina. Porto Alegre: Editora Age. 2006. Cap. 6.
COCKELL, Fernanda Flávia; PERTICARRARI, Daniel. Contratos de boca: a institucionalização da precariedade na construção civil. Cad. CRH, Salvador, v. 23, n. 60, Dec. 2010. Joyce e Luiza
CANIATO, Angela Maria Pires; LIMA, Eliane da Costa. Assédio moral nas organizações de trabalho: perversão e sofrimento. Cad. Psicol. Soc. Trab., São Paulo, v. 11, n. 2, p.1-11, 2008.
FREITAS, Cláudia H. S. M. Dilemas no exercício profissional da Odontologia: a autonomia em questão. Interface - Comunic., Saúde, Educ., v.11, n.21, p.25-38, jan/abr 2007. Flavia e Irlurde
BASSANI, João Carlos. B. Trabalho e Reconhecimento Análise das condições de trabalho e reconhecimento na clínica odontológica X, em Porto Alegre, em 2009. Conversas e Controvérsias, v. 1, n. 1 , p. 40-56, 2010. Naiara e Daniela
CORDEIRO, T.; ALMEIDA, A. Jovens, cidades e direitos humanos. In: Espinheira, G. Sociedade do Medo. Salvador: EDUFBA, 2008. p. 117 – 137. Rapahel e Luciana
WALKER, Ranginui. Identidade e antropologia Maori na Nova Zelândia. Mana, Rio de Janeiro, v. 3, n. 1, Apr. 1997 . Claudineia e Rositalita
BOLLA, E.D., GOLDENBERG, P. Clareamento gengival: ensino e etnocentrismo. Ciência & Saúde Col., v. 15, Supl. 1, p. 1783-93, 2010. Erlane e Hully
CABRAL, Etenildo Dantas; CALDA JUNIOR, Arnaldo de Franca. Influência da raça do paciente na decisão dos dentistas em extrair ou conservar um dente extensamente cariado. Odontologia e Sociedade, São Paulo, v. 6, n. , p.30-35, 2002.
DUARTE, L.F. A Antropologia Médica Pede Passagem. Rev. Colóquio, n. 13, 1998.
PAULICS, V. Programa Soro, Raízes e Rezas. Disponível em: http://2009.campinas.sp.gov.br/saude/unidades/fitoterapia/fito4/dicas211.pdf Acesso: 02 de março de 2010. Edinaide e Juliana
PINHO, C.B., DIAS, H.S., CARVALHO, A.C.R., GARRIDO, S.B. Representação Social da Odontologia: a contribuição da produção cinematográfica para a perpetuação de um estereótipo negativo. Rev.Odontol. UNESP, v. 37, n. 3, p. 275-81, 2008. Jaqueline e Filênia
ABREU, Mauro Henrique Nogueira Guimarães de; PORDEUS, Isabela Almeida; MODENA, Celina Maria. Representações sociais de saúde bucal entre mães no meio rural de Itaúna (MG), 2002. Ciênc. Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 10, n. 1, p.245-259, 2005. Ueslej e Camila
AZIZE, Rogério Lopes. Saúde e estilo de vida: divulgação e consumo de medicamentos em classes médias urbanas. In: LEITÃO, Débora Krische et al. (orgs.) Antropologia & Consumo. Diálogos entre Brasil e Argentina. Porto Alegre: Editora Age. 2006. Cap. 6.
COCKELL, Fernanda Flávia; PERTICARRARI, Daniel. Contratos de boca: a institucionalização da precariedade na construção civil. Cad. CRH, Salvador, v. 23, n. 60, Dec. 2010. Joyce e Luiza
CANIATO, Angela Maria Pires; LIMA, Eliane da Costa. Assédio moral nas organizações de trabalho: perversão e sofrimento. Cad. Psicol. Soc. Trab., São Paulo, v. 11, n. 2, p.1-11, 2008.
FREITAS, Cláudia H. S. M. Dilemas no exercício profissional da Odontologia: a autonomia em questão. Interface - Comunic., Saúde, Educ., v.11, n.21, p.25-38, jan/abr 2007. Flavia e Irlurde
BASSANI, João Carlos. B. Trabalho e Reconhecimento Análise das condições de trabalho e reconhecimento na clínica odontológica X, em Porto Alegre, em 2009. Conversas e Controvérsias, v. 1, n. 1 , p. 40-56, 2010. Naiara e Daniela
CORDEIRO, T.; ALMEIDA, A. Jovens, cidades e direitos humanos. In: Espinheira, G. Sociedade do Medo. Salvador: EDUFBA, 2008. p. 117 – 137. Rapahel e Luciana
quinta-feira, 8 de março de 2012
domingo, 6 de novembro de 2011
Publicidade enganosa
Leia o trecho da matéria do portal Última Instância, reproduzido abaixo. De que forma é possível relacioná-lo ao conceito de medicalização social?
Medicamento
Um homem que se tornou dependente de antidepressivo garantiu no STJ indenização por danos morais no valor de R$ 100 mil. Por maioria de votos, a 3ª Turma entendeu que a bula indicava que o medicamento servia para melhorar a memória, mas, com o passar do tempo, a empresa modificou a indicação para tratamento antidepressivo sem avisar devidamente a população.
O autor do recurso nesse caso (REsp 971.845) é um professor que começou a tomar o medicamento Survector em 1999 para melhorar sua atividade intelectual. A bula, que inicialmente era omissa, passou a alertar para o risco de insônia, transtornos mentais e risco de suicídio, efeitos que acometeram o consumidor, que passou a sofrer dependência química.
O Survector era comercializado de forma livre, mas depois passou para o grupo de medicamentos com venda controlada. Mesmo assim a bula permaneceu inalterada por mais de três anos. O professor ajuizou pedido de indenização por danos morais e materiais alegando que, quando tomou ciência dos efeitos adversos, já estava dependente.
Segundo a ministra Nancy Andrighi, autora do voto vencedor, é no mínimo temerário dizer que o cloridrato de amineptina, princípio ativo do Survector, é uma substância segura. Segundo a ministra, a ausência de advertência da bula que acompanha um medicamento com tal potencial de gerar dependência é publicidade enganosa, caracterizando culpa concorrente do laboratório, suficiente para gerar seu dever de indenizar.
Andrighi acentuou que a questão se agrava por não constar que o laboratório tenha feito um grande comunicado, alertando os consumidores das novas descobertas e do risco que a droga trazia. A alteração da recomendação para o medicamento resumiu-se à renovação da bula e, posteriormente, à nova qualificação do medicamento, comercializado com tarja preta. “É pouco”, sintetizou a ministra.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Sugestões de filmes on line
Há dois documentários que podem ajudar a pensar os assuntos tratados em sala hoje. "Comprar, Tirar, Comprar" é útil para discutir a obsolescência programada, a neofilia, o consumo alienado. "Engenharia dos Animais" traz o debate sobre o trabalho como atividade tipicamente humana.
Comprar, Tirar, Comprar, de Cosima Dannoritzer
Comprar, tirar, comprar from Dinero Libre on Vimeo.
Ciência Viva - Engenharia dos Animais
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
O trabalho na música brasileira
Selecionamos algumas músicas que permitem discutir sobre concepções do trabalho presentes na música brasileira. Que outras músicas vocês indicam? De que forma elas podem ser articuladas à discussão feita por Cotrim (2002)?
O bonde São Januário
O Trabalho me Deu o Bolo
Moreira da Silva e João Golô
Enquanto eu viver na orgia
Não quero mais trabalhar
Trabalho não é para mim
Ora, deixa quem quiser falar.
Quando eu tenho pesadelo
Vou sonhar com espantalho
Foi quando eu ouvi ao longe
Alguém falar em trabalho
Eu agora resolvi
Que não hei de ser mais tolo
Marquei encontro com trabalho
Trabalho me dá o bolo.
(É sempre assim)
Fui trabalhar, trabalho estava
cruel
Eu disse ao patrão: Senhor, me dá
meu chapéu
Eu não quero trabalhar, trabalho
vá pro inferno
Se não fosse meu amor, nunca que eu botava um
terno."
============================================
O bonde São Januário
(Wílson Batista e Ataulfo Alves)
Quem trabalha é que tem razão
Eu digo e não tenho medo de errar
O bonde São Januário
Leva mais um operário:
Sou eu que vou trabalhar
Antigamente eu não tinha juízo
Mas hoje eu penso melhor no futuro
Graças a Deus
Sou feliz, vivo muito bem
A boemia não dá camisa a ninguém
É, digo bem
======================
Vai trabalhar vagabundo
Chico Buarque
(Para o filme Vai trabalhar vagabundo de Hugo Carvana)
Vai trabalhar, vagabundo
Vai trabalhar, criatura
Deus permite a todo mundo
Uma loucura
Passa o domingo em família
Segunda-feira beleza
Embarca com alegria
Na correnteza
Prepara o teu documento
Carimba o teu coração
Não perde nem um momento
Perde a razão
Pode esquecer a mulata
Pode esquecer o bilhar
Pode apertar a gravata
Vai te enforcar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai trabalhar
Vê se não dorme no ponto
Reúne as economias
Perde os três contos no conto
Da loteria
Passa o domingo no mangue
Segunda-feira vazia
Ganha no banco de sangue pra mais um dia
Cuidado com o viaduto
Cuidado com o avião
Não perde mais um minuto
Perde a questão
Tenta pensar no futuro
No escuro tenta pensar
Vai renovar teu seguro
Vai caducar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai trabalhar
Passa o domingo sozinho
Segunda-feira a desgraça
Sem pai nem mãe, sem vizinho
Em plena praça
Vai terminar moribundo
Com um pouco de paciência
No fim da fila do fundo
Da previdência
Parte tranquilo, ó irmão
Descansa na paz de Deus
Deixaste casa e pensão
Só para os teus
A criançada chorando
Tua mulher vai suar
Pra botar outro malandro
No teu lugar
Vai te entregar
Vai te estragar
Vai te enforcar
Vai caducar
Vai trabalhar
======================
Mama África
Chico Cesar
Chico Cesar
Mama África
a minha mãe,
é mãe solteira
e tem de fazer mamadeira
todo o dia
além de trabalhar
como empacotadeira
nas Casas Bahia (2x)
Mama África tem
Tanto que fazer
Alem de cuidar neném
Alem de fazer denguim
Filhinho tem que entender
Mama Africa vai e vem
Mas não se afasta de você.
Mama África
a minha mãe,
é mãe solteira
e tem de fazer mamadeira
todo o dia
além de trabalhar
como empacotadeira
nas Casas Bahia
Quando mama sai de casa
seus filhos se olodunzam
rola o maior jazz
Mama tem calos nos pés
Mama precisa de paz
Mama não quer brincar mais
filhinho dá um tempo
é tanto contratempo
no ritmo de vida de Mama
Mama África
a minha mãe,
é mãe solteira
e tem de fazer mamadeira
todo o dia
além de trabalhar
como empacotadeira
nas Casas Bahia (2x)
(Deve ser legal, ser Negão no Senegal)
Mama África
a minha mãe,
é mãe solteira
e tem de fazer mamadeira
todo o dia
além de trabalhar
como empacotadeira
nas Casas Bahia (2x)
Mama África
a minha mãe
a minha mãe
a minha mãe.
Higiomania e medicalização social
Segue uma atividade para trabalhar com os conceitos trazidos por Nogueira e por Tesser:
Roteiro Higiomania Com 3 ens
NOGUEIRA, Roberto Passos. A segunda crítica social da Saúde de Ivan Illich. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 7, n. 12, Feb. 2003 .
TESSER, Charles Dalcanale. Medicalização social (I): o excessivo sucesso do epistemicídio moderno na saúde. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 10, n. 19, June 2006 .
TESSER, Charles Dalcanale. Medicalização social (I): o excessivo sucesso do epistemicídio moderno na saúde. Interface (Botucatu), Botucatu, v. 10, n. 19, June 2006 .
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
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